Do primeiro contato do lead até a última montagem na casa do cliente, tudo num lugar. Sem cadastrar a mesma pessoa três vezes, sem perder o projeto entre o WhatsApp, a planilha e dois sistemas diferentes.
A informação de um mesmo cliente vive espalhada. O time cadastra a pessoa mais de uma vez, copia dado de um lado pro outro, e ninguém consegue olhar a obra inteira em uma tela.
Pagamento, boleto, fiscal. Onde nasce o cadastro.
Acompanhamento do projeto. Cadastro repetido.
Folha dos montadores, assistência, cobrança.
O que não cabe em lugar nenhum acaba aqui.
Cada etapa vive num canto. Ninguém sabe, sem perguntar, em que departamento o projeto está.
O aviso pro cliente depende de alguém lembrar de mandar. Quando não lembra, o cliente cobra.
Um fluxo do lead à montagem. O que é verde já está rodando com a gente hoje. O que está em destaque claro é o que entra de novo pra fechar o ciclo.
Todo lead entra cadastrado e vira um card num Kanban. Você acompanha quem chegou, em que etapa está e o que falta pra fechar, sem depender da memória de ninguém.
Quando o lead fecha, ele vira cliente em um cadastro só, que passa a ser a fonte da verdade. Acaba o cadastro repetido em eFinance, Sopha e planilha.
O projeto anda de departamento em departamento, e cada um tem o Kanban do seu próprio fluxo. Em qualquer momento dá pra ver onde a obra está e quem está com ela.
Quando um departamento conclui a fase, o próximo é avisado na hora por WhatsApp e e-mail. E nas etapas que pedem, o cliente também recebe o aviso, sem ninguém precisar lembrar.
Esboços pra dar o tom. O layout final segue a identidade do sistema que vocês já usam. Os nomes e valores nas telas são fictícios.
Cada lead é um card que anda pelas colunas. Origem, valor estimado e responsável na cara. O que está parado fica visível pra ser cobrado.
Dados, projeto, etapa atual, financeiro e histórico no mesmo lugar. O financeiro vem do eFinance, sem redigitar. Uma fonte da verdade pro time todo.
Quando a Medição termina, o card cai no Kanban do Projeto e o setor é avisado na hora. Nada fica esquecido na mesa de ninguém esperando alguém lembrar de passar adiante.
O colaborador do próximo setor recebe o handoff por WhatsApp e e-mail. E o cliente recebe o aviso nas etapas que importam pra ele, no mesmo canal que ele já usa.
A proposta não é trocar tudo de uma vez. É unir o que já roda, substituir o que duplica trabalho e manter o que faz sentido manter.
O acompanhamento do projeto e o contato com o cliente passam pro sistema unificado, sob medida pro fluxo de vocês.
Financeiro, pagamento, boleto e fiscal seguem onde já funcionam. O sistema lê os dados, sem redigitar.
Folha dos montadores, logística e assistência já estão no ar com vocês. Tudo isso continua e se conecta ao resto.
O que vivia solto em planilha e no WhatsApp pessoal passa a viver dentro do fluxo, com histórico e responsável.
Cada fase já fica útil sozinha. Não é esperar meses pra ver a primeira tela funcionando.
A base e o comercial.
O coração da gestão de projeto.
O acabamento.
A divisão de fases e os departamentos da esteira são uma proposta inicial, pra ajustar junto com vocês conforme o fluxo real de cada setor.
Modelo simples: um valor pra construir e implantar, e uma mensalidade que cobre hospedagem, suporte e evolução contínua.
O que a Planned investe pra construir o sistema unificado. O desenvolvimento total é de R$ 20.000, e a Infinity coinveste a outra metade, em trabalho e infraestrutura.
Manutenção, suporte, hospedagem e evolução contínua do sistema.
Implantação parcelável. A Infinity coinveste metade do desenvolvimento por acreditar no projeto e na parceria de longo prazo.
O melhor jeito de decidir é ver rodando. Podemos começar pela Fase 1 e vocês sentem o sistema na mão antes de seguir.
Conversar sobre os próximos passos